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    Polícia Civil identifica suspeito de furtos a comércios em Boa Vista

    A Polícia Civil de Roraima concluiu a investigação sobre furtos ocorridos em julho de 2026. O suspeito, de 23 anos, foi identificado após análise de imagens de segurança.

    REDAÇÃO06 de outubro de 20262 min de leitura
    Polícia Civil identifica suspeito de furtos a comércios em Boa Vista

    Investigação esclarece furtos em estabelecimentos comerciais

    A Polícia Civil de Roraima (PCRR), por meio da equipe do 2º Distrito Policial (DP), concluiu nesta terça-feira (6) a investigação que apurava dois furtos a comércios em Boa Vista. O suspeito, identificado como Y.A.B.L., de 23 anos, foi apontado como autor das ações criminosas ocorridas nos dias 6 e 30 de julho de 2026.

    Como os crimes foram realizados

    Segundo o delegado Vinícius do Vale, responsável pelo caso, a identificação ocorreu após um trabalho minucioso de análise de imagens de videomonitoramento e coleta de provas. Os investigadores notaram semelhanças no modo de operação do suspeito em ambos os casos.

    O primeiro furto aconteceu em um estabelecimento na Avenida Ataíde Teive, no bairro Liberdade. Na ocasião, o suspeito tentou romper um cadeado com um alicate e, sem sucesso, quebrou uma vidraça para acessar o local. Foram subtraídos itens como picolés, bebidas, chocolates, cigarros e um notebook.

    O segundo crime ocorreu no dia 30 de julho, em uma loja na Avenida Carlos Pereira de Melo, no bairro Jardim Floresta. O acesso também foi feito mediante a quebra de uma vidraça lateral. Desta vez, o suspeito levou bonés, cintos, camisas, canivetes e facas.

    Participação de terceiros e desdobramentos

    Durante a apuração, a Polícia Civil identificou uma mulher que acompanhava o suspeito no furto ocorrido no bairro Liberdade. Em depoimento, ela confirmou estar presente, mas alegou que apenas segurava uma sacola plástica a pedido do investigado.

    Embora Y.A.B.L. tenha negado a autoria dos crimes durante o interrogatório, o delegado Vinícius do Vale afirmou que os elementos reunidos são suficientes para relacionar o suspeito às duas ocorrências. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário.

    Diante das evidências, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do suspeito. Como alternativa, foi solicitada a aplicação de medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, para garantir a segurança dos comerciantes e o andamento do processo legal.

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